A história que conquistou uma geração com doçura, honestidade e um olhar sensível sobre amadurecimento, afetos e identidade está prestes a ganhar seu último ato. A Netflix anunciou o fim das filmagens de “Heartstopper Forever”, longa que encerra a jornada de Charlie e Nick adaptando o volume final dos quadrinhos criados por Alice Oseman.
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A imagem revelada pelo streaming mostra a claquete em mãos nos bastidores. Um gesto simples, mas simbólico, para quem acompanhou de perto o caminho dessa narrativa que escapou do nicho para se tornar uma das representações LGBTQIA+ mais marcantes da ficção recente.
O filme será baseado no Volume 6 da obra original, ainda em publicação nos Estados Unidos, e marca o ponto final da história entre os dois protagonistas. Oseman, que assina o roteiro e também dirige o projeto, segue no comando criativo da adaptação, algo raro e importante num cenário em que tantas histórias perdem potência ao serem traduzidas para o audiovisual sem o olhar de quem as criou.
“Heartstopper” nunca se apoiou em grandes reviravoltas ou tramas mirabolantes. Sua força está na delicadeza, no cuidado com os silêncios, na construção de personagens que se parecem com pessoas reais. Charlie, Nick, Tao, Elle, Isaac, Tori. Todos eles foram apresentados sem pressa, com espaço para crescer. E é isso que torna esse desfecho tão aguardado: o público quer ver como essas vidas se completam.
Mais do que encerrar uma série, “Heartstopper Forever” propõe uma conclusão emocionalmente coerente, que respeita o tempo das descobertas, dos medos, das mudanças e da coragem de amar em voz alta. Não se trata de fechar ciclos com drama, mas de honrar o crescimento afetivo que acompanhamos desde o início.
A série segue disponível na Netflix e o longa ainda não tem data oficial para chegar à plataforma, mas a previsão é que a estreia aconteça em 2026. Até lá, resta a expectativa por um fim que esteja à altura da trajetória que começou com uma troca de olhares tímidos no colégio e se transformou em um dos romances mais queridos da cultura pop recente.
Porque, no fim, “Heartstopper” nunca foi só sobre se apaixonar. Foi sobre aprender a existir inteiro ao lado de alguém.
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