Gabily responde críticas machistas e fake news no single “Vou Jogar Pra Você”; confira entrevista

Gabily lança nesta sexta-feira (19) em parceria com o DJ 2F o single “Vou Jogar Pra Você”. A faixa que é um funk empoderado chega às plataformas digitais como uma resposta da cantora às fake news envolvendo seu nome e às críticas com teor machista que já recebeu ao longo da carreira. Além disso, uma super produção audiovisual acompanha o lançamento, com dança, coreografia e a participação das influenciadoras digitais Lais Bianchessi, Hariany, Ana Mosconi e Any Borges.

A artista vem de uma leva de vários lançamentos de clipes, tanto solo como em parcerias e explicou ao Caderno Pop como fez isso durante a pandemia: “Todas as músicas foram surgindo durante esse período e foi tudo muito despretensioso, tudo acontecendo, desde os meus projetos de ‘Ternos Clássicos’ e ‘Putaria Clássica’, foi no início da pandemia até o início desse ano, quando decidi trabalhar músicas inéditas e autorais”, disse.

Ela ainda adianta que vem muito mais pela frente: “Tem muita música pra ser lançada ainda até o final de dezembro. Não single meu, mas participações, colaborações, músicas boas… então a galera pode esperar uns três lançamentos até o fim de dezembro”, celebra.

Sobre a nova música, Gabily relata que, assim com vários artistas, sofre com julgamentos, mesmo já tendo uma carreira consolidada: “Eu ainda estou crescendo (na música), e tem muita gente que se volta, que desenha de você, do que você faz, e eu tô vivendo isso na pele da maneira mais cruel possível, mas tentando extrair disso algo positivo. Não sei dizer do que eu sofro hoje com relação da música e si, mas dizem que eu faço tudo pra aparecer, que eu sou subcelebridade, vários comentários que sofro no meio artístico, e de pessoas que passam as mesmas coisas que eu, mas abrem a boca pra julgar”, completa.

“Nessa música eu dei uma resposta bem direta, eu falo que consegui falar num 360, onde eu prego liberdade, discernimento de saber pegar algo negativo e extrair algo positivo e acho que consegui passar esse recado bem dado sobre o preconceito que a mulher sofre, que ela não está na sombra de qualquer homem pra conseguir as coisas. A mulher não tem que ser jugada por isso. A gente tem que lutar pela liberdade e cada uma lutar pelo que quiser e bem entender na vida”, finaliza.

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