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Ozzy Osbourne, Lady Gaga no Brasil, pagode e mais: relembre fatos marcantes de 2025

Texto: Ygor Monroe
31 de dezembro de 2025
em Destaques, Mundo Pop, Música, Shows

O ano de 2025 criou um daqueles ciclos raros em que a música avança em todas as direções ao mesmo tempo. A cena internacional acelerou tendências, o Brasil impulsionou gêneros que ganharam ainda mais força nas ruas e nas plataformas, e acontecimentos históricos definiram o que ficou marcado no imaginário coletivo. No meio desse turbilhão, o público revisitou lendas, abraçou novos protagonistas e viveu momentos que transformaram o calendário cultural. Foi um ano em que os holofotes giraram rápido e iluminaram vários palcos ao mesmo tempo, do pop global ao pagode, do rock pesado às grandes turnês que reposicionaram artistas e ampliaram seu legado.

Ozzy Osbourne, Lady Gaga no Brasil, pagode e mais: relembre fatos marcantes de 2025

A temporada começou com o Grammy Awards coroando Kendrick Lamar como uma das figuras mais relevantes de sua geração. A vitória de “Not Like Us” em cinco categorias consolidou um impacto que já vinha sendo percebido pela crítica e pelo público. Dentro desse movimento, Beyoncé ressignificou marcos com “Cowboy Carter”, garantindo o prêmio de Álbum do Ano e ampliando seu histórico de conquistas, enquanto Lady Gaga voltou ao centro das atenções ao lançar novo álbum e emplacar colaborações de alcance global como “Die With A Smile”. A temporada internacional vibrou com energia de lançamento, recordes e reposicionamentos, criando um terreno fértil para festivais, turnês e disputas nas plataformas.

No Brasil, o pagode assumiu uma posição de destaque raro no primeiro semestre. A força do gênero tomou conta das paradas, puxada por músicas como “Coração Partido (Corazón Partío) (Ao Vivo)”, do Grupo Menos É Mais, e por uma onda nacional que manteve a música brasileira entre os conteúdos mais consumidos do país. A cada levantamento, ficava evidente a centralidade do repertório local, que dominou as plataformas com profundidade e volume. Foi um ciclo em que o público reafirmou seu vínculo com artistas e sonoridades nacionais, enquanto festivais como Lollapalooza Brasil, The Town, João Rock, Afropunk Brasil, Porão do Rock e Planeta Atlântida criaram uma agenda intensa, diversa e extremamente disputada.

Nesse mesmo terreno, a música brasileira também assistiu ao encontro histórico de Caetano Veloso e Maria Bethânia, cuja turnê uniu gerações e percorreu cidades com um magnetismo que só a reunião desses dois nomes pode produzir. O Prêmio da Música Brasileira ampliou a celebração ao destacar trajetórias consagradas, incluindo Zeca Pagodinho, enquanto o projeto Sonora Brasil percorreu o país apresentando novas perspectivas, repertórios variados e um olhar fresco sobre tendências regionais.

A temporada internacional de shows no Brasil ampliou o interesse do público por grandes produções. O Lollapalooza Brasil trouxe Olivia Rodrigo, Justin Timberlake, Shawn Mendes, Alanis Morissette e Rüfüs du Sol para uma edição que misturou força estética, espetáculo e apelo popular. O Monsters of Rock celebrou 30 anos no país com Scorpions, Judas Priest, Europe, Savatage, Queensrÿche, Opeth e Stratovarius, marcando um dos line-ups mais robustos de sua história recente. Shakira arrastou multidões, Stray Kids mostrou a força do K-pop em estádios brasileiros, Linkin Park reacendeu o vínculo emocional com fãs que aguardavam esse retorno havia muito tempo, e o The Town confirmou nomes como Green Day, Sex Pistols e Katy Perry para uma edição que rapidamente se tornou pauta dominante entre festivais internacionais.

Em meio a tantas celebrações, 2025 também carregou um dos momentos mais marcantes da música global. A morte de Ozzy Osbourne, em 22 de julho, gerou uma comoção mundial e encerrou a trajetória de uma das figuras mais emblemáticas do rock. O artista faleceu em casa, em Buckinghamshire, vítima de infarto agudo do miocárdio e parada cardíaca. Seu último show com o Black Sabbath, em 5 de julho, ganhou uma dimensão ainda mais simbólica, tornando-se um encerramento involuntário, porém poderoso, de uma carreira que moldou a história do rock pesado. A despedida de Ozzy funcionou como um marco emocional para fãs e artistas, reforçando seu impacto geracional e a força de sua obra.

Entre os acontecimentos que definiram o imaginário popular em 2025, o show de Lady Gaga no Brasil ocupa um espaço especial. A apresentação de 3 de maio, na Praia de Copacabana, fez parte da turnê “The Mayhem Ball” e atraiu o maior público da carreira da artista. A performance gratuita, que começou às 21h45 e se estendeu por cerca de duas horas e meia, movimentou a economia local com impacto estimado em R$ 600 milhões. O público assistiu a uma Gaga em sua fase mais teatral, com uma entrega artística que reverberou na imprensa internacional e consolidou o evento como um dos grandes marcos do ano. A noite se tornou um retrato da potência do pop ao vivo, com DJs antes e depois da apresentação e uma cadeia produtiva que envolveu profissionais de vários setores.

Enquanto isso, o rock viveu mais um ciclo de expansão global. O gênero registrou um crescimento de 14 por cento em 2025, impulsionado por turnês de grande impacto, festivais renovados e lançamentos de artistas já estabelecidos. Ringo Starr abriu caminhos com seu álbum country, o primeiro do gênero em mais de meio século de carreira. Fontaines D.C., Stone Temple Pilots e outras bandas ampliaram seu alcance em turnês brasileiras, enquanto clássicos de Avenged Sevenfold e Soulfly completaram 20 anos e ganharam novas leituras críticas. A combinação de nostalgia com vigor criativo alimentou um público que continua fiel à energia do rock.

Em 2025, o audiovisual brasileiro viveu um ponto de inflexão histórico, com reconhecimento artístico, impacto cultural e força de mercado caminhando lado a lado. Fernanda Torres consolidou um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira ao vencer o Globo de Ouro por sua atuação em “Ainda Estou Aqui”, performance que a colocou no centro da temporada internacional de premiações. O longa, dirigido por Walter Salles, ampliou ainda mais seu alcance ao conquistar o primeiro Oscar do Brasil em uma categoria competitiva, ao vencer Melhor Filme Internacional. O feito coroou o retorno de Salles à ficção com uma narrativa sobre resistência durante a ditadura militar, reposicionando o cinema nacional no radar global e reafirmando sua capacidade de dialogar com temas históricos a partir de uma linguagem universal.

Paralelamente, o consumo de conteúdo imersivo e em tempo real explodiu, redefinindo hábitos, formatos e a própria lógica de audiência. Os reacts e reality shows pensados diretamente para plataformas como YouTube e TikTok passaram a dominar a conversa social, ocupando espaços antes associados à televisão tradicional, sobretudo entre o público jovem. A “Corrida das Blogueiras” se tornou um caso exemplar desse movimento, com estreia ultrapassando a marca de 100 mil espectadores simultâneos. Criadores como Brino, Jenny Prioli e Wanessa Wolf assumiram protagonismo ao transformar reacts em linguagem central da cultura digital, resgatando produções consagradas como “Idol School”, “Pesadelo na Cozinha” e “Patrulha do Consumidor”, além de estimular um retorno consistente ao conteúdo longo dentro das redes sociais, ampliando tempo de permanência e engajamento real.

O ano também foi marcado por lançamentos nacionais de grande impacto e pela consolidação das plataformas como polos de produção e consumo. “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, estrelado por Wagner Moura, ultrapassou 1 milhão de espectadores e se tornou o maior lançamento nacional de 2025, além de sair premiado do Festival de Cannes. Na Netflix, a minissérie “Pssica”, dirigida por Fernando Meirelles, entrou no Top 10 de 68 países ao abordar o tráfico humano na Amazônia com abordagem direta e contundente. No Prime Video, “Tremembé”, com Marina Ruy Barbosa, alcançou o posto de série mais assistida da história da plataforma no Brasil ao explorar crimes reais conhecidos. A música também dialogou com o audiovisual de forma inovadora em “Rock Doido”, álbum visual de Gaby Amarantos que uniu um filme em plano sequência de 22 minutos a uma recepção crítica internacional e mais de 10 milhões de streams orgânicos.

Esse cenário se completa com o fenômeno de “Beleza Fatal”, criação de Raphael Montes estrelada por Camila Pitanga e Camila Queiroz, que rendeu especial e confirmação de segunda temporada reforçando o apetite do público por tramas de drama, romance e vingança.

Ao olhar para 2025 como um todo, a sensação é de um período em que a música ocupou os espaços públicos com intensidade. Festivais lotados, turnês consolidadas, lançamentos que interromperam rotinas e marcos emocionais que definiram capítulos inteiros da indústria. O ano uniu história, despedidas, renovação e uma diversidade estética que simboliza o momento atual. A música viveu um ciclo de força e expansão, e quem acompanhou de perto sabe que 2025 representou um daqueles pontos do tempo em que tudo vibra, ganha forma e transforma o ambiente cultural.

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