Tiago Picado lança mais uma faixa do álbum de estreia “Íris dos Teus Olhos”

Tiago Picado - Foto Dominicci Prestello
Foto: Dominicci Prestello

O cantor Tiago Picado segue assinando seu nome na lista de novos artistas da Música Popular Brasileira e lança hoje (14) mais uma faixa do disco “Íris dos Teus Olhos”, que chega em setembro. A canção animada “Pra Gente Chegar Lá” mostra uma nova face do cantor, produtor e multi-instrumentista.

“‘Pra Gente Chegar Lá’ é uma música divertida, com letra descontraída e uma pegada swingada, da qual gosto muito. Estou muito feliz com o resultado. Acho que a música retrata bem os encontros e desencontros do amor”, relata o cantor.

Ouça:

Com uma extensa carreira como sound designer em produções cinematográficas, Tiago decidiu lançar um compilado das suas mais de 100 composições, e vêm apresentando o projeto desde o início do ano.

Contando com as canções “Senta e Chora”, “Eu Quero é Mais”, “Relaxo” e, a mais recente música de trabalho, “Estrela Vega”, seu debut agora é apresentado pelo som de “Pra Gente Chegar Lá”, que ganhou um lyric video.

Tiago Picado é músico, sound designer, compositor e cantor, apaixonado pelo som e por ritmos. Lançou no YouTube as músicas “Relaxo”, “Eu quero é Mais”, “Senta e Chora” e “Estrela Veja”, com mais de 60 mil visualizações orgânicas, adiantando a sonoridade de seu primeiro álbum, Íris dos teus Olhos, que vem em setembro. Com influências como Gilberto Gil, Clube da Esquina, Bob Marley, Jason Mraz, Dave Matthews Band, Kings of Leon e Incubus, Tiago Picado chega com os dois pés à frente, num caminhar leve e natural, assim como sua música.

Como sound designer no cinema, Tiago Picado conquistou notoriedade. Além de ter sido responsável por sound design, gravação de foley e som direto em diversos longa e curta-metragens, ele também fez a direção cinematográfica de clipes, curtas e minidocs. O artista atuou em diversas produções, como Bacurau, de Kleber Mendonça Filho, Os Farofeiros, de Roberto Santucci, e Cabrito, de Luciano de Azevedo. Tiago é formado em Produção Fonográfica e Musical pela Estácio de Sá e Produção de Áudio pelo SAE Institute, em Sydney, Austrália.

Confira entrevista com o cantor:

Eu nunca tinha pensado nessa ligação da mixagem de áudio em cinema com música e você uniu uma profissão a um hobby. Agora a música já virou profissão de vez?
Eu continuo nos dois mundos! Tenho um estúdio de som e trabalho tanto com cinema quanto com música, mas nos bastidores. Agora chegou o momento de tomar a frente e me colocar como artista, mostrar minha música e o que tenho a dizer. Devo admitir que é ótimo que meus hobbys sejam trabalhos. Poder assistir um filme ou tocar violão e dizer que estou trabalhando é uma excelente desculpa.

Você já lançou alguns singles e tem pelo menos 100 composições guardadas. É muita coisa! E o primeiro disco deve sair esse ano ainda. Como tá sendo essa definição do material que vai entrar pro álbum? Imagino que não deve ser fácil escolher entre tantas músicas.
Realmente é difícil escolher, principalmente quando compõe uma música nova e fica super animado e acaba esquecendo um pouco das antigas. (Rs) Mas pra esse primeiro projeto eu quis priorizar as músicas mais antigas. Mostrar meu início como compositor e marcar essa fase. E realmente são fases, as músicas refletem muito do momento e vivências e foi ótimo rememorá-las.

Já são quatro músicas que antecedem o álbum. Todas elas estarão no disco ou elas serviram como “esquenta”, pra sentir a recepção do público?
Todas estão no álbum e são doze músicas ao todo. As músicas lançadas estão mostrando aos poucos minha sonoridade e o que está por vir. E acredito que está bem diversificado o álbum. Tem influências do reggae, samba rock, forró… Acredito muito no potencial do projeto.

Você participou de trabalhos premiados no cinema, como Bacurau, mas a música acaba, pelo menos no Brasil, não tendo tanto reconhecimento nesse sentido. Você sente falta de premiações musicais realmente sérias por aqui?
Eu ainda não cheguei nessa fase de premiações, espero que chegue! (rs) Mas de fato o Brasil tem grandes festivais de cinema, reconhecidos internacionalmente, enquanto os festivais musicais foram perdendo força. Certamente poderiam ter mais.

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