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Todo Mundo no Rio 2027: atrações que queremos ver em Copacabana

Texto: Ygor Monroe
5 de maio de 2026
em Destaques, Shows

Com a consolidação do Todo Mundo no Rio como um dos maiores eventos musicais do planeta, a discussão sobre os próximos nomes capazes de ocupar a orla de Copacabana ganha força e, ao mesmo tempo, exige um olhar mais estratégico. Depois de uma edição de 2026 que reuniu cerca de 2 milhões de pessoas com Shakira, mantendo o patamar elevado mesmo sem ultrapassar o recorde de 2,1 milhões registrado por Lady Gaga, o projeto entra em uma fase decisiva. A confirmação antecipada das edições de 2027 e 2028 pela prefeitura do Rio de Janeiro indica que o evento deixou de ser uma aposta pontual para se tornar uma política cultural e turística de longo prazo.

Todo Mundo no Rio 2027: atrações que queremos ver em Copacabana
Beyoncé, Taylor Swift e Katy Perry

O formato já está claro e dificilmente será alterado. Trata-se de um espetáculo gratuito, de proporções gigantescas, ancorado em grandes divas do pop internacional com forte apelo de massa. A inspiração direta vem do show comemorativo de 100 anos do Itaú, que trouxe Madonna ao Brasil e serviu como um laboratório bem-sucedido para esse tipo de operação. Desde então, o evento evoluiu em estrutura, logística e impacto midiático, mas manteve o DNA baseado em nomes capazes de mobilizar multidões.

Pensando em 2027, a escolha do line-up precisa equilibrar relevância atual, histórico de público e viabilidade de agenda. Existe um desejo natural por nomes icônicos que marcaram gerações, mas o cenário aponta para artistas em plena atividade, com turnês recentes e forte presença nas plataformas digitais. É nesse recorte mais realista que surgem alguns nomes que fazem sentido dentro da proposta.

Entre eles, Beyoncé aparece como uma das possibilidades mais impactantes. A artista reúne força cultural, consistência artística e uma base de fãs global extremamente engajada. Seus shows são reconhecidos pelo alto nível de produção e pela capacidade de transformar apresentações em eventos históricos, o que dialoga diretamente com a proposta de Copacabana.

Outro nome praticamente inevitável nesse tipo de discussão é Taylor Swift. A artista vive um dos momentos mais dominantes da indústria musical contemporânea, com turnês que quebram recordes e um alcance que atravessa diferentes gerações. Sua presença garantiria não apenas público massivo, mas também um impacto econômico e midiático significativo para a cidade.

No campo das grandes vozes, Adele surge como uma alternativa interessante, ainda que menos óbvia dentro do formato tradicional do evento. Sua abordagem mais intimista contrasta com o espetáculo grandioso esperado, mas a força de seu repertório e sua capacidade de conexão emocional com o público poderiam oferecer uma experiência diferenciada, ampliando o escopo do projeto.

Já Pink representa um equilíbrio entre performance e energia ao vivo. Conhecida por suas apresentações acrobáticas e intensa interação com o público, a artista tem o perfil ideal para um evento ao ar livre, onde o impacto visual e a entrega física são determinantes para manter a atenção de uma multidão.

Fechando essa possível lista, Katy Perry traz um histórico de hits globais e um apelo visual que combina com a proposta festiva do evento. Seus shows, marcados por cenários coloridos e estética lúdica, dialogam com a ideia de transformar Copacabana em um grande espetáculo acessível e popular.

A construção dessa próxima edição passa, portanto, por decisões que vão além do gosto pessoal ou do apelo nostálgico. Trata-se de entender o momento da indústria, o comportamento do público e a capacidade de cada artista de sustentar um evento desse porte. O Todo Mundo no Rio já mostrou que consegue mobilizar milhões e gerar repercussão internacional. O desafio agora é manter esse nível, consolidando-se como uma vitrine global permanente.

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