Atuações convincentes com mais do mesmo: saiba o que achamos de “Vozes e Vultos”, estreia desta quinta na Netflix

Vozes e Vultos

É difícil encontrar criatividade hoje para fazer um filme sobre a família que chega a uma casa habitada por espíritos de moradores anteriores. “Vozes e Vultos”, filme que estreia nesta quinta-feira (29) na Netflix, não apresenta (quase) nada de novo nesses enredos. Mas tem seus pontos positivos, como atuações convincentes, uma bela fotografia e, claro, várias pistas deixadas ao longo do caminho do que está por acontecer.

Amanda Seyfried (indicada ao Oscar deste ano por “Mank”) e James Norton interpretam Catherine e George Claire, um casal que, junto com a filha de 4 anos, se muda de Nova York para uma cidade no interior do Estado depois que ele recebe uma proposta para dar aula em uma universidade.

Depois de ser assombrada por situações misteriosas, Catherine, que tem bulimia, e já se deu conta que o casamento não vai nada bem, começa a buscar respostas e descobre que o ambicioso e mulherengo George escondeu dela algumas coisas que aconteceram com outras famílias que moravam na casa. É aí que entra a crença de Catherine, que inclusive busca ajuda de um grupo de devotos para entender qual espírito assombra sua família.

Plot twists? Sim, alguns, principalmente os que envolvem George e sua ambição para se manter no trabalho, sendo muitas delas bem previsíveis. Eu não cheguei a ler o livro em que a trama é baseada, “All Things Cease to Appear”, de Elizabeth Brundage, mas obviamente deve haver mais detalhes que no filme. Vão dar uma chance?

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