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Crítica: Benson Boone, “Fireworks e Rollerblades”

Texto: Ygor Monroe
18 de setembro de 2024
em Música, Resenhas/Críticas

Imagine uma montanha-russa emocional, mas em vez de loopings e quedas, você tem vocais potentes e letras sobre amores perdidos. Esse é o espírito de “Fireworks e Rollerblades“, o álbum de estreia de Benson Boone, que chegou explodindo nas paradas em abril de 2024. Com uma combinação de hits como “Beautiful Things” e baladas como “Slow It Down“, Benson consegue aquele raro equilíbrio entre o drama pop e momentos que realmente tocam o coração. E sim, ele pode até lembrar um pouco Harry Styles – mas, vamos combinar, quem não gostaria de ser comparado a uma estrela do pop em ascensão?

Crítica: Benson Boone, “Fireworks e Rollerblades”
Crítica: Benson Boone, “Fireworks e Rollerblades” | Foto: Reprodução/Live Nation

Logo de cara, é preciso dizer: a voz de Boone é o fio condutor aqui. Não importa o quão genéricas algumas faixas possam soar, ele consegue fazer você ficar, no mínimo, curioso até o final. Não é um álbum revolucionário, daqueles que quebram as barreiras do pop e do rock, mas tem algo que o faz funcionar incrivelmente bem: ele te conquista na simplicidade.

Vamos começar pelos hits. “Beautiful Things“, que dominou 2024 como o furacão pop que é, foi a primeira vez que muitos ouviram falar de Benson, e o rapaz já começou no topo, alcançando a segunda posição na Billboard Hot 100. E olha, por mais que essa música esteja por todos os cantos, desde o TikTok até a playlist do carro, ela ainda soa autêntica, com vocais crus que não caem no clichê de muitas produções hiper polidas.

Já “Slow It Down“, a balada conduzida pelo piano, é o tipo de música que te faz querer se jogar no sofá em um dia chuvoso, com um café na mão e aquele sentimento de nostalgia. Benson mergulha fundo nas emoções e consegue entregar algo que parece muito pessoal. O vocal dele brilha nesta faixa, embora a letra, convenhamos, não vá ganhar prêmios pela originalidade.

Agora, nem tudo é perfeito. O álbum, embora bem produzido, peca por cair em alguns momentos repetitivos. Faixas como “Be Someone” e “Cry” são bonitas, mas não trazem muita novidade. Elas seguem a fórmula de pop melodramático que já vimos antes – algo que até funciona, mas não te deixa com aquela sensação de surpresa.

Mas não se deixe enganar, Boone também tem seus momentos de brilho. “Ghost Town” é de longe o grande destaque do disco, com uma atmosfera que parece te transportar para um cenário urbano, meio desolado, enquanto você se perde nos vocais poderosos.

No geral, “Fireworks e Rollerblades“ entrega exatamente o que promete: um álbum pop sólido, com um toque de rock, power pop e até umas pitadas de folk pop. A produção é afiada, as guitarras são cristalinas e o piano, tocado pelo próprio Boone, é um dos destaques. Claro, algumas músicas podem parecer genéricas, mas não é nada que vá te fazer pular a faixa na rádio.

No final das contas, Benson Boone é aquele artista que você talvez ame odiar, mas que, no fundo, sabe que vai continuar ouvindo. Ele pode ser comparado a Harry Styles? Pode. Mas, se o pop melodramático cheio de alma é a sua praia, Boone vai ser o nome que você vai querer acompanhar nos próximos anos.

Nota final: 80/100

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Temas: Benson BooneCríticaFireworks e RollerbladesResenhaReview

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