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Crítica: Japanese Breakfast, “For Melancholy Brunettes (and Sad Women)”

Texto: Ygor Monroe
24 de março de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

O Japanese Breakfast sempre teve uma habilidade quase sobrenatural de capturar estados emocionais sutis e transformá-los em paisagens sonoras ricas. Se “Jubilee” era o brilho dourado da euforia, “For Melancholy Brunettes (and sad women)” é o lusco-fusco melancólico depois que a festa acaba. Um álbum que respira, que convida o ouvinte a entrar devagar e permanecer um pouco mais.

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Crítica: Japanese Breakfast, "For Melancholy Brunettes (and Sad Women)"
Crítica: Japanese Breakfast, “For Melancholy Brunettes (and Sad Women)”

Michelle Zauner, que lidera a banda com sua composição refinada e voz etérea, abraça aqui uma sonoridade ainda mais meticulosa. O fato de ser o primeiro disco gravado em um estúdio profissional faz toda diferença: a produção de Blake Mills envolve tudo em uma camada de sofisticação e profundidade textural que o diferencia de qualquer outro trabalho do grupo. Cada faixa parece cuidadosamente esculpida, como se Mills e Zauner estivessem compondo uma trilha sonora para um filme que só existe dentro da cabeça de quem escuta.

Os singles “Orlando in Love” e “Mega Circuit” davam uma pista do que esperar, mas a verdadeira magia acontece quando o álbum é ouvido como um todo. Este não é um disco de explosões instantâneas, e sim um que se infiltra aos poucos, revelando camadas a cada nova audição. Há uma fluidez quase hipnótica que guia o ouvinte por um caminho cuidadosamente pavimentado com pianos etéreos, arranjos de cordas delicados e sintetizadores aveludados. “Honey Water” talvez seja o primeiro grande momento do álbum, com uma batida constante e uma produção impecável. Já “Mega Circuit” traduz com perfeição essa nova fase: uma fusão de pop barroco dos anos 60 com um toque minimalista e moderno.

Na segunda metade, “Little Girl” e “Leda” reforçam essa sensação de vulnerabilidade meticulosamente lapidada. É um tipo de melancolia que não se afunda em tristeza, mas que brilha suavemente, deixando rastros de emoções não ditas. Quando “Picture Window” surge com uma instrumentação encorpada e “Men in Bars”, com a presença surpreendente de Jeff Bridges, brinca com texturas entre pianos lamentosos e guitarras quentes, fica claro que cada escolha foi calculada, mas sem perder a espontaneidade que torna o Japanese Breakfast tão autêntico.

O desfecho do álbum é de tirar o fôlego. “Winter in LA” traz vocais entrelaçados com cordas impressionantes, enquanto “Magic Mountain” fecha tudo com uma balada acústica fascinante, adornada por passagens de violino que são um soco no estômago e um cafuné ao mesmo tempo.

Talvez “For Melancholy Brunettes (and sad women)” não impressione imediatamente quem esperava algo tão radiante quanto “Jubilee”. Mas esse álbum não quer te deslumbrar. Ele quer envolver, tecer um casulo ao redor de quem escuta e revelar, aos poucos, seus pequenos milagres. Japanese Breakfast entrega aqui seu trabalho mais refinado e atmosférico até agora. Um disco para se perder dentro, para revisitar em noites solitárias e para ser redescoberto a cada audição.

Nota final: 85/100

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