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Crítica: “Noite Infeliz” (Violent Night)

Texto: Ygor Monroe
20 de novembro de 2024
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

A premissa de “Noite Infeliz” coloca um Papai Noel desiludido, vivido por David Harbour, no epicentro de uma trama que mistura ação sangrenta e espírito natalino em uma combinação inusitada. A ideia central é, de imediato, tão absurda quanto intrigante: um velhinho de trenó trocando presentes por golpes mortais para salvar uma família de reféns em uma noite de Natal que promete ser qualquer coisa, menos mágica.

Crítica: "Noite Infeliz" (Violent Night) | Foto: Reprodução
Crítica: “Noite Infeliz” (Violent Night) | Foto: Reprodução

O longa começa com Harbour apresentando um Papai Noel que, entre goles de cerveja em um pub de Bristol, lamenta a perda do verdadeiro significado do Natal. Com sua atitude áspera e cínica, o personagem é uma releitura interessante do ícone natalino. É nesse cenário que Trudy (Leah Brady), uma criança da “lista dos bonzinhos”, se torna o catalisador de uma improvável jornada de redenção e brutalidade, quando mercenários liderados pelo Sr. Scrooge invadem a mansão da família Lightstone.

O filme encontra seu tom ao abraçar completamente o absurdo de sua proposta. As sequências de ação são entregues com um humor sarcástico e uma violência exagerada, criando um contraste cômico eficaz com o pano de fundo natalino. Uma das cenas mais memoráveis usa “Something About Christmas Time”, de Bryan Adams, como trilha sonora para uma coreografia que mistura brutalidade e ironia. É nesses momentos que o diretor Tommy Wirkola parece se divertir mais, equilibrando o grotesco e o lúdico.

Por outro lado, o primeiro ato se perde ao apresentar uma família caricatural demais e vilões cujo maniqueísmo beira o cartunesco. Apesar disso, à medida que a narrativa progride, a construção das sequências de ação e a presença magnética de Harbour conseguem manter o ritmo dinâmico e cativante. Ainda que provoque discussões sobre o capitalismo e a essência do Natal, o filme nunca aprofunda essas reflexões, optando por uma abordagem mais direta e comercial.

Referências a clássicos como “Duro de Matar”, “Papai Noel às Avessas” e “Esqueceram de Mim” são explícitas e funcionam como um jogo de reconhecimento para o público. Esses momentos dialogam com a proposta do filme de não se levar a sério, o que pode agradar aos fãs de filmes de ação e despretensiosos, mas também limitará seu apelo para quem busca algo mais elaborado.

Vale a pena?

Se você está procurando profundidade narrativa ou camadas complexas, “Noite Infeliz” não é a escolha. Porém, como um passatempo irreverente e violento, com um Papai Noel que troca o tradicional “ho ho ho” por pancadaria, o filme entrega exatamente o que promete. Disponível no Prime Video e já liderando as produções mais assistidas de novembro, é uma pedida divertida para quem aprecia ação leve com um toque ácido de humor. Para assistir, basta clicar aqui.

⭐⭐⭐

Avaliação: 2.5 de 5.

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Temas: CríticaNoite InfelizPrime VideoResenhaReviewViolent Night

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