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Crítica: “Skincare”

Texto: Ygor Monroe
10 de fevereiro de 2025
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

“Skincare” foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 16 de agosto de 2024. No Brasil, o filme está entre os destaques de compra e aluguel do catálogo do Prime Video. O suspense dirigido por Austin Peters, em sua estreia na direção de longas-metragens, explora o universo competitivo da indústria da beleza com uma trama envolvente. O roteiro, assinado por Peters, Sam Freilich e Deering Regan, segue Hope Goldman (Elizabeth Banks), uma esteticista renomada de Los Angeles, que vê sua reputação ameaçada quando um rival, Angel Vergara (Luis Gerardo Méndez), inaugura uma boutique exatamente em frente à sua.

O filme se desdobra em uma série de eventos misteriosos, com perseguições, chantagens e uma busca desesperada para salvar seu negócio.

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Crítica: "Skincare"
Crítica: “Skincare”

Elizabeth Banks entrega uma atuação energética e excêntrica, sustentando grande parte do filme com sua presença magnética. A personagem Hope é instável, paranoica e exageradamente performática, o que a torna ao mesmo tempo intrigante e insuportável. Banks equilibra essa dicotomia com maestria, criando uma figura carismática e tragicômica. Seu desempenho destaca-se como o ponto alto da produção, trazendo o público para dentro de sua psique perturbada e alimentando a incerteza em torno dos acontecimentos. Lewis Pullman, como o coach de vida Jordan Weaver, assume uma postura ambígua e quase caricatural, adicionando um toque de estranheza à narrativa. Já Luis Gerardo Méndez tem pouco espaço para explorar Angel, tornando-se um personagem funcional mais do que um antagonista bem construído.

A direção de Peters acerta ao criar uma atmosfera inquietante, apoiada em uma cinematografia estilizada e trilha sonora envolvente. A ambientação do filme sugere um mundo de aparências onde cada detalhe visual reforça o caráter superficial e competitivo do ramo de skincare. No entanto, o roteiro falha em aprofundar sua crítica ao setor. O filme insinua a obsessão pelo sucesso e a pressão estética como temas centrais, mas nunca mergulha de fato em uma sátira contundente sobre o culto à imagem e o capitalismo da beleza.

A narrativa apresenta reviravoltas suficientes para manter o interesse, mas a falta de foco temático prejudica a experiência geral. O mistério é intrigante, mas não tão envolvente quanto poderia ser, e a sensação de que há algo substancial a ser dito sobre a indústria da beleza se dissipa ao longo do caminho. A sátira não atinge seu potencial máximo, deixando a impressão de que a ambientação estética poderia ser substituída por qualquer outro ambiente competitivo sem grande impacto na história.

No final, “Skincare” é um filme estiloso e propulsivo, mas que não deixa uma marca duradoura. Seu maior trunfo é Elizabeth Banks, cuja performance magnética compensa parte das deficiências do roteiro. A experiência é divertida, inquietante em alguns momentos e definitivamente intrigante, mas ao apagar das luzes, o público pode se perguntar se houve realmente algo significativo a ser absorvido além do brilho superficial de sua narrativa.

⭐⭐⭐

Avaliação: 2.5 de 5.

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Temas: CinemaCríticaResenhaSkincare

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