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Em entrevista exclusiva, atriz Luísa Locher fala sobre carreira e projetos 

Texto: Ju
2 de julho de 2025
em Entrevistas, Música

Com apenas 23 anos, a atriz e apresentadora Luísa Locher, nascida em São Carlos, interior de São Paulo, é um nome que vem ganhando destaque no cenário artístico brasileiro e irradia paixão e dedicação pela arte desde a infância. Com a trajetória marcada por uma paixão precoce e diversos projetos no audiovisual e palcos, ela se prepara para grandes novidades e experiências neste novo ano.

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Em entrevista exclusiva, atriz Luísa Locher fala sobre carreira e projetos 
Em entrevista exclusiva, atriz Luísa Locher fala sobre carreira e projetos 

Desde a infância, Luísa sentiu a veia artística pulsar, impulsionada por uma cultura familiar rica em criatividade. Mas foi em 2018, ao assistir ao espetáculo “O Fantasma da Ópera”, que seu destino se solidificou. 

A dedicação da artista é evidente em seus notáveis projetos no teatro, audiovisual e comercial. Após integrar os diferentes elencos e ajudar a contar distintas histórias, ela afirma que cada um deles a marcou e a desafiou de alguma forma. 

Mostrando sua versatilidade, por três anos consecutivos, por exemplo, brilhou como apresentadora do Rio Webfest (2021, 2022 e 2023), uma experiência que abriu novas portas. 

Para 2025, os planos estão a todo vapor, com projetos e parcerias interessantes tanto dentro quanto fora do audiovisual, incluindo curtas-metragens com grandes amigos. Além disso, a artista se prepara para um passo importante e emocionante: seu primeiro lançamento na música.

Confira uma entrevista exclusiva com a artista: 

Luísa, você menciona que a paixão pela arte vem desde a infância, impulsionada por uma cultura familiar rica em criatividade. Você poderia nos contar um pouco mais sobre como essa vivência em casa influenciou seus primeiros passos e o que você lembra de criar com sua família quando era criança?

Acredito que a influência tenha vindo principalmente da convivência e das conversas ao redor da mesa de jantar. Meu pai teve formação inicial em artes plásticas, meu tio Roberto Lobo é ator, e boa parte da família da minha avó paterna seguiu caminhos ligados às artes. A família Sandroni, por parte da minha avó, sempre foi uma grande referência para mim. Tenho lembranças muito especiais. São muitas as memórias afetivas ligadas à arte.

Quando eu era pequena, meu pai costumava pintar as paredes da nossa casa com o tema do meu aniversário daquele ano, e eu ficava ao lado dele, encantada, observando cada pincelada. Chegamos a pintar uma tela inteira juntos, uma vez. Sempre que algo não tão bom acontecia, quando eu me sentia triste ou frustrada com alguma situação, meu pai conseguia me direcionar a transformar aquele momento em uma oportunidade criativa.

Minha mãe também sempre foi um exemplo para mim. Sempre que podia, me inseria em atividades artísticas. Íamos, por exemplo, toda semana, quando tínhamos oportunidade, a pelo menos uma peça de teatro no SESC. 

Lembro do meu tio trazendo os textos que precisava estudar quando vinha passar as férias com a gente… 

Essas são algumas lembranças. São muitas memórias. Me considero muito privilegiada. Essas experiências não só marcaram profundamente a minha infância, como também despertaram, desde muito cedo, o desejo de criar e de me expressar artisticamente.

O espetáculo “O Fantasma da Ópera” em 2018 foi um divisor de águas para você. Poderia descrever mais detalhadamente a emoção que sentiu naquele momento e como essa experiência solidificou sua decisão de seguir a atuação?

Foi em 2018. Eu ainda estava na escola e viajamos de São Carlos até São Paulo para assistir ao espetáculo O Fantasma da Ópera no Teatro Renault. Naquele período, eu vivia um momento bastante delicado emocionalmente. 

Lembro que, assim que me sentei na poltrona do teatro e a orquestra começou a tocar o Overture, me emocionei compulsivamente e foi assim até o final. Nunca havia passado por uma sensação semelhante. Não era um choro comum. Era como se, ali, pela primeira vez em muito tempo, eu estivesse sendo atravessada por algo que me anestesiava e, ao mesmo tempo, me limpava, me curava.. Eu era uma pessoa com a mente extremamente inquieta e, de repente, ali estava eu: completamente presente. Pela primeira vez em muito tempo, eu estava vivendo o agora, sem me preocupar com nada além do que estava diante dos meus olhos. 

Foi com essa experiência que eu tive a certeza: era aquilo que eu queria fazer da minha vida. Viver e provocar esse tipo de experiência. Experiências que toquem, que mexam, que transformem, que provoquem. Nunca me esqueci da sensação daquela noite.

Em entrevista exclusiva, atriz Luísa Locher fala sobre carreira e projetos 
Em entrevista exclusiva, atriz Luísa Locher fala sobre carreira e projetos 

Você já deu vida a personagens bem distintos no audiovisual e no teatro, como Sansam em “Nem todo homem mas sempre um homem” e Dália em “Beijo no Asfalto”. Existe algum papel que a desafiou de uma forma única ou que a marcou de maneira especial?

Eu sei que soa clichê, mas todos os projetos me marcaram e me desafiaram de alguma forma. Seja pela complexidade da personagem, pelas pessoas com quem contracenei ou convivi, ou pelas experiências vividas ao longo do processo. Sempre procuro interpretar personagens que me desafiem de alguma maneira. Mesmo quando dois papéis parecem caminhar por territórios semelhantes, há sempre um detalhe que os diferencia. A cada papel, somos chamados a renovar nosso olhar sobre a condição humana. Por isso eu digo que para mim, atuar é sobre estudar a vida, o humano, suas nuances e experiências. E ter o privilégio de viver várias vidas dentro de uma

Tenho um carinho enorme por cada personagem que tive o privilégio de dar vida, por cada experiência e por todas as equipes com quem tive a oportunidade de trabalhar.

O comercial “O amor inteligente não é cego” foi exibido na Record TV. Como foi a experiência de atuar em uma produção publicitária e qual o impacto de ter seu trabalho exibido em um programa de TV com grande alcance como o The Love School?

Gravar o comercial “O amor inteligente não é cego” foi uma experiência incrível. Fui dirigida pelo Filipe Vilhena e gravamos tudo em uma diária, contracenei com meu grande amigo Matheus Galdino e a equipe era extraordinária. Todo o processo exigiu uma imersão profunda porque era fundamental que a mensagem chegasse clara e impactante. Mesmo tendo pouco tempo de tela, o amor sutil e a dura realidade precisavam ser sentidos pelo público.

Ter o comercial exibido na Record TV, dentro do programa The Love School, com sua audiência consolidada, trouxe um alcance que eu jamais teria só no meio digital. Foi gratificante perceber que, por meio de um trabalho publicitário, eu pude colaborar para uma reflexão real e importante como essa.

Para 2025, seus planos incluem novos projetos no audiovisual, parcerias e seu primeiro lançamento na música. Poderia nos dar um spoiler sobre o que podemos esperar da sua incursão no universo musical?

Ainda não posso revelar muitos detalhes, mas sim, 2025 marca meu primeiro lançamento na música, e estou muito animada e realizada. Posso dizer que a linguagem desse trabalho nasce de um momento muito pessoal de transição, que se transformou em força e empoderamento.

Sempre acreditei na importância do artista transitar por diferentes linguagens e olhares, porque quando transitamos por diferentes linguagens nosso trabalho também ganha profundidade. Tenho sentido uma vontade crescente de explorar territórios e o que mais me move é justamente essa vontade de me reinventar, de continuar me surpreendendo com o que sou capaz de criar. É um momento de abrir novas portas e seguir criando.

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Temas: Entrevista

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