Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
Sem resultados
Ver todos os resultados

Lucas Scandura lança o single “Eu Não Sou de Perdão”

Texto: Eduardo Fonseca
2 de abril de 2021
em Clipes e Audiovisuais, Música
Lucas Sacandura
Foto: Luiz Luna

Nesta sexta-feira, dia 2 de abril, chega às plataformas digitais e YouTube o lançamento de Lucas Scandura – o Cantautorto, “Eu Não Sou de Perdão”. A música, que faz parte do projeto “Compactortos”, criado pelo artista, vem acompanhada da poesia “Sinfonia do Silêncio”. A proposta é baseada nos discos compactos, sempre com duas faixas autorais como se fosse o lado A e o lado B.

Ouça aqui.

“Eu não sou de perdão” é um tango gravado em parceria com Escualo Ensemble – quarteto de tango instrumental formado por Daniel Grajew (piano/acordeon), Cláudio Torezan (contrabaixo acústico), Amanda Martins (violino) e Rubén Zúñiga (vibrafone). Além do arranjo cinematográfico de Daniel Grajew, a faixa teve seu clipe filmado em uma das salas do Espaço Itaú de Cinema da Rua Augusta, um dos cinemas de rua mais importantes de São Paulo. Já Sinfonia do silêncio é uma poesia que foi arranjada e produzida pela violista, artista e produtora Gylez Batista. A faixa cheia de suspense, sobre o não verbalizar de maneira dramática e super sonora.

https://youtu.be/yKnXVxGiuEQ

“As faixas são lançadas juntas, nessa brincadeira de um compacto em tempos de plataformas digitais, porque dialogam entre si. Trazem muito do sentimento do signo de escorpião – que é o meu. De romper, chegar no limite da paciência com tudo aquilo que não se concorda, e dar um basta”, comenta o Cantautorto. Música e poesia ganham clipes, filmados durante a pandemia, com apenas a presença do intérprete e compositor. Ambos foram gravados em P&B e dialogam entre si ao trazer o sentimento de angústia, de limite, com um eu-lírico pronto para se rebelar às diversas situações que ali o fazem se sentir preso e incomodado.

Inspirados nos antigos compactos, que eram compostos quase sempre por duas faixas (o lado A e o lado B), os compactortos serão sempre compostos por uma poesia e uma canção a serem lançadas com seus respectivos clipes.

As poesias, que aparecem no trabalho em pé de igualdade com as canções, também estão sendo gravadas, porém num formato diferente. A poesia é pensada, arranjada e produzida como uma faixa para ser escutada nos streamings assim como as canções, mas sem perder suas próprias características, sem ser simplesmente declamada e musicada.

Lucas Scandura é O CANTAUTORTO: um cantautor, que escreve, compõe e canta suas próprias composições de uma maneira muita “torta”, ou só muito própria mesmo. Um criativo que vem do cinema, passa pelo teatro e chega na música, mas sempre com o verso como sua principal ferramenta. Muito observador do seu entorno e das várias situações humanas do cotidiano, é da filosofia das pequenas e rotineiras coisas e de suas indagações pessoais que nascem suas criações. Seu trabalho é marcado por um forte tom irônico e provocador, porém acolhedor e pessoal, e por sua escrita cheia de jogos de palavras e trocadilhos, quase concretista, mas com muito calor.

Além de sua forte relação com o audiovisual, que se faz presente tanto em suas postagens, publicações, apresentações virtuais e, em especial, em seus clipes, é nos shows, ao vivo, que seu trabalho atinge sua máxima potência. Poesias e canções autorais que se alternam, se complementam, mas que também possuem suas personalidades próprias e bem marcadas. Shows extremamente performáticos e teatrais. Uma performance que pretende ser viva, provocativa, e que busque comunicar e dialogar com o público presente. Uma apresentação encenada demais pra ser um show musical convencional e livre demais pra ser uma peça teatral.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Conteúdo Relacionado

Música

Ebony leva “Dona de Casa” ao From The Block em gravação em Nova York

Texto: Eduardo Fonseca
27 de março de 2026
Música

Crítica: Melanie Martinez, “Hades”

Texto: Ygor Monroe
27 de março de 2026
Música

Crítica: Robyn, “Sexistential”

Texto: Ygor Monroe
27 de março de 2026
Música

Crítica: Raye, “This Music May Contain Hope.”

Texto: Ygor Monroe
27 de março de 2026
Música

Crítica: BTS, “Arirang”

Texto: Ygor Monroe
27 de março de 2026
Música

Crítica: Charlie Puth, “Whatever’s Clever!”

Texto: Ygor Monroe
27 de março de 2026
Música

Crítica: Slayyyter, “Worst Girl in America”

Texto: Ygor Monroe
27 de março de 2026

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

%d