Dos metrôs de Londres a programas de TV, conheça mais sobre a trajetória da OUTROEU

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Quem olha as expressões tranquilas e o tom doce das vozes de Guto e Mike, a OUTROEU, em seu mais novo EP “Oceana” não imagina que os cantores de Nova Iguaçu iniciaram sua carreira em bandas de Metal. Já a desenvoltura vistas no palco do Superstar foi adquirida não só nos barzinhos que estavam acostumados a cantar, mas também no metrô de Londres onde o duo conseguiu uma boa graninha extra para viajar. Confira abaixo algumas histórias inusitadas vividas por Guto e Mike e conheça mais a verdadeira história da OUTROEU.

Coincidências da vida

O encontro de Guto e Mike poderia facilmente ser transformado em um filme intrigante de grandes coincidências. Ambos nasceram em Nova Iguaçu, na baixada fluminense, região metropolitana do Rio de Janeiro, e sob o signo de Áries – Guto em 1989 e Mike, um ano depois. Mas os fãs da música POP da OUTROEU poderiam muito bem estar, hoje, consumindo uma banda de metal. Não é segredo que antes de se conhecerem, os artistas cantavam na noite cada um com sua respectiva banda, mas o mais interessante é que ambos estrearam na música em um grupo de rock pesado, com direito a cabelos compridos e solos de bateria.

“Eu comecei totalmente no metal, era metaleiro, usava cabelo comprido e tocava bateria. Mas minhas primeiras bandas, as de metal, eram só de ensaios. Ficávamos tocando em casa, até que eu, o baterista, comecei a compor, sem entender nada de teclado, mas ficava tentando dar dicas e produzir a bandinha. O mais incrível é que o começo do Guto foi igual, com exceção da bateria, risos”, explica Mike.

Do outro lado do Atlântico

Com mais de 200 milhões de streams e views nos aplicativos de música, a OUTROEU é um fenômeno por onde passa, esgotando ingressos e carregando uma infinidade de fãs, mas nem sempre foi assim. Como todo começo de carreira, Guto e Mike se encontraram em alguns altos e baixos, mas sempre tiveram o apoio da noite e dos barzinhos onde apresentaram suas primeiras composições. Mas não foram só os brasileiros que estenderam a mão para Guto e Mike.

“Mike foi visitar a namorada dele na Inglaterra e, por meio de um concurso de composições, conseguiu a liberação para se apresentar pelas ruas da cidade. Ele me ligou e falou ‘porque você não vem pra cá?’, acho que ele não imaginava que eu iria mesmo. Risos. Nós começamos tocando nas ruas e conseguimos juntar uma boa grana do que o pessoal dava para gente nas ruas. Mas o mais legal foi um dia, tocando no metrô de Londres, vemos uma menina andando na nossa direção como se estivesse procurando algo. Era uma fã nossa dos barzinhos de Nova Iguaçu que reconheceu a música e foi nos procurar. Experiência louca demais” relembra Guto.

Avós são pais com açúcar

Da série de coincidências envolvendo a vida de Guto e Mike, talvez essa seja a mais fofa e carinhosa. Os artistas sempre tiveram apoio de suas famílias, mas duas pessoas em especial fizeram grande diferença na história da OUTROEU.

“Quando eu estava indo fazer um intercâmbio meu avô me deu um bilhete muito especial com uma mensagem sobre não ter medo de ir atrás dos sonhos e isso me marcou muito. Depois com a OUTROEU, escrevi uma canção para ele e ele até participou do clipe. Sempre que ouvia a canção ele fala: a música do vovô”, conta Mike.

“A minha história é com a minha avó paterna. Sabe aquela fase que você está aprendendo a tocar violão, ainda não sai nada, mas você carrega ele para todos os lados? Então, desde esse momento ela falava: vou te ver na TV. Teve uma época que eu nem estava mais tocando e ela toda vez que me via repetia essa frase. Bom, com 26 anos eu cheguei na TV e para ela foi uma festa e toda vez que me ouve no rádio e me vê em algum programa ela comemora, lembra dessa fala e me manda mensagens”, comemora Guto.

Formado por Mike Tulio e Guto Oliveira, coincidências não faltam nas biografias dos parceiros: ambos são de Nova Iguaçu, na baixada fluminense, região metropolitana do Rio de Janeiro, e nasceram sob o signo de Áries – Guto em 1989 e Mike, um ano depois. Através do que retratam em suas canções, eles representam o “outro eu” de tantos admiradores conquistados ao longo dos últimos anos.

De destaque no programa Superstar a parcerias com Sandy e Anavitória, além de músicas emplacadas nas trilhas sonoras de novela, OUTROEU se firmou como um dos novos nomes do pop nacional e, hoje, conta com mais de 200 milhões de streams e views nos aplicativos de música. A dupla continua, em 2020, lançando novos projetos e deixando a sua marca no mercado com o compromisso de quebrar paradigmas, buscar sempre formatos inovadores e, principalmente, trazer para o público grandes e inesquecíveis canções.

“Oceana”, seu último EP lançado, traz quatro faixas: “Oceana”, em parceria com Melim, “Se Perder”, composta pelo duo junto a Ana Gabriela que também participa do clipe, “Pra Vida Inteira” e “O Mantra”.

Ouça “Oceana”:

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