“A Semana da Minha Vida”: confira o que achamos do novo musical da Netflix que estreia nesta sexta-feira

A Semana da Minha Vida

Quando a Netflix anunciou que ia lançar um musical original, com classificação livre, bateu a vontade de saber de que forma isso se daria, tendo em vista que a plataforma não iria fazer feio, uma vez que já tivemos originais da Disney como “High School Musical” e “Camp Rock”, que foram um tremendo sucesso.

Mas, e um musical, infantil e com temática gospel? É isso que vemos em “A Semana da Minha Vida” (A Week Away), que estreia nesta sexta-feira (26) na Netflix. O musical é dirigido pelo mestre dos videoclipes Roman White, responsável por trabalhos de artistas como Taylor Swift, Kelly Clarkson, Florida Georgia Line, Lady A, Justin Bieber entre outros.

No filme vemos Will (Kevin Quinn, que já participou do American Idol e estrelou a série “Acampados” da Disney), um adolescente problemático, órfão, que é detido mais uma vez, desta vez após furtar um carro de polícia. Ele é levado para o Conselho Tutelar que lhe dá duas opções: ser levado a um reformatório ou participar de um acampamento de verão cristão. Will reluta, mas acaba aceitando participar do acampamento.

Ao chegar lá, junto com outros jovens, já vemos um dos primeiros números musicais do filme, com toda a turma do acampamento. Logo de cara ele flerta com a adolescente Avery (Bailee Madison, a Maggie de “Esposa de Mentirinha” e que ultimamente tem focado na produção e atuação em filmes com temática gospel), que perdeu a mãe e que cujo pai é dono do acampamento. Por lá, os campistas são divididos em três grupos e todos participam de provas e brincadeiras que, ao final, levam a um campeão.

A grande sacada do filme é não ser aquele musical cristão (que no caso mira um público familiar) recheado de louvores do começo ao fim. Pelo contrário. As músicas são leves – nem todas abordam Deus ou fé e focam mais na diversão. Esse é o espírito do filme. Claro que em meio a isso tudo a história mostra como o contato com Deus pode transformar as pessoas – vemos a Avery que colocou Deus em primeiro lugar para se confortar após a morte da mãe, por exemplo.

Em filmes religiosos que estamos acostumados a ver há sempre uma grande tragédia ou perda por trás, e em “A Semana da Minha Vida” o foco não é esse. É sobre redenção, mudanças, oportunidades, novos caminhos, aproveitar uma segunda chance… tudo tratado com leveza, sutilidade e de uma forma com que toda a família se divirta, cante e se encante pelos personagens.

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