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Crítica: Maribou State, “Hallucinating Love”

Texto: Ygor Monroe
4 de fevereiro de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

Maribou State retorna após seis anos com “Hallucinating Love”, um álbum que não apenas mantém sua identidade sonora característica, mas a expande de maneira sofisticada. O duo britânico de Chris Davids e Liam Ivory sempre navegou entre o lo-fi, a house downtempo e o soul eletrônico, e aqui reforçam essa estética com uma abordagem ainda mais cinematográfica. O tempo afastado dos estúdios trouxe desafios, principalmente o diagnóstico de Davids com malformação de Chiari, mas também resultou em um trabalho que reflete tanto a vulnerabilidade quanto a resiliência. O álbum é um equilíbrio entre contemplação e êxtase, apostando em texturas ricas e arranjos meticulosos que sugerem uma sensação de viagem interior.

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Crítica: Maribou State, "Hallucinating Love"
Crítica: Maribou State, “Hallucinating Love”

Desde a abertura, “Otherside”, fica evidente que “Hallucinating Love” se apoia em um design sonoro detalhado e em grooves que oscilam entre a melancolia e a euforia. A faixa, com sua linha de baixo envolvente e vocais etéreos de Holly Walker, estabelece um dos momentos mais vibrantes do disco, capturando um senso de esperança em meio à adversidade. A produção aposta em um minimalismo funcional, onde cada elemento é estrategicamente posicionado para criar uma progressão hipnótica. Em “Dance On The World”, a influência do funk eletrônico do Jungle se faz presente, com um groove que remete a noites de verão e espaços abertos, enquanto “Peace Talk” e “Blackoak” adicionam camadas orquestrais que elevam o álbum para um território neoclássico, reforçando sua grandiosidade.

O álbum brilha nos momentos instrumentais, onde os arranjos se tornam quase meditativos. A delicadeza do piano e do violoncelo em “Passing Clouds” introduz um interlúdio atmosférico que lembra trilhas sonoras introspectivas, enquanto o solo de guitarra de “Rolling Stone”, com uma abordagem reminiscente de John Frusciante, encerra o disco com uma nota de melancolia expansiva. Essas pausas criam respiros que evitam que o álbum se torne excessivamente homogêneo, dando a cada faixa seu próprio espaço para se desenvolver organicamente.

Se há uma crítica a “Hallucinating Love”, é que ele não se distancia radicalmente do que Maribou State já fazia em “Kingdoms in Colour”. O duo opta por um refinamento cuidadoso de sua estética, ao invés de buscar rupturas estilísticas mais marcantes. Embora essa escolha garanta um álbum coeso e sem tropeços, pode também soar como um território seguro demais para quem esperava uma reinvenção mais ousada. Ainda assim, a execução precisa e a atenção minuciosa aos detalhes sonoros tornam este um dos trabalhos mais sofisticados do gênero neste ano.

Maribou State reafirma sua maestria em criar música eletrônica que transcende a pista de dança, evocando paisagens e sensações que vão além do simples entretenimento. “Hallucinating Love” é uma jornada sonora que se encaixa perfeitamente em momentos de introspecção, viagens solitárias e fins de tarde contemplativos. Mais do que uma sequência de faixas, o álbum se apresenta como uma experiência sensorial completa, reforçando a posição do duo entre os nomes mais refinados do downtempo e da eletrônica atmosférica.

Nota final: 70/100

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