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Crítica: Matuê, “333”

Texto: Ygor Monroe
23 de setembro de 2024
em Destaques, Música, Resenhas/Críticas

O álbum “333” de Matuê chegou como uma bomba no cenário do trap nacional, mas será que explodiu do jeito que esperávamos? Lançado em 9 de setembro de 2024 pela 30PRAUM, o segundo disco do rapper veio com muito barulho. Desde a performance no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, que parecia um ato de um super-herói do trap suspenso no ar, até a quebra de recordes no Spotify, o projeto tinha tudo para ser um divisor de águas na carreira de Matuê.

Crítica: Matuê, “333”
Crítica: Matuê, “333” | Foto: Reprodução

A estratégia de marketing foi impecável. Um cronômetro regressivo? Um cigarro aceso na hora do lançamento? Isso é showbiz puro! Mas, como sabemos, marketing não segura álbum. E é aí que entra a verdadeira discussão: “333” entrega o que prometeu ou ficou na zona de conforto?

As 12 faixas do álbum não deixam dúvidas sobre a força de Matuê no trap, mas será que a força está na inovação? O grande problema aqui é que, embora o disco traga momentos de brilho, como em “O Som” e “333”, boa parte dele parece uma extensão do trabalho anterior, “Máquina do Tempo”. Isso não é, necessariamente, uma falha, mas o público esperava um salto maior. Matuê apostou em influências de R&B, jogou guitarra em algumas faixas, mas faltou aquele momento em que o ouvinte se sente desafiado, surpreendido de verdade.

Os destaques ficam para as faixas mais ousadas, como “04AM” e “Castlevania“, onde o rapper flerta com uma vibe experimental e nos leva para cenários sonoros que raramente encontramos no trap brasileiro. Já faixas como “V de Vilão” e “Maria“, embora boas, trazem uma sensação de déjà-vu. São composições sólidas, mas não entregam nada de realmente novo.

Apesar disso, “333” tem um acabamento de luxo. A produção é refinada, as batidas são cristalinas e a voz de Matuê soa limpa em cada verso. É o tipo de álbum que você coloca para tocar e consegue mergulhar na sem tropeçar em mixagens mal feitas ou beats desajustados. Um grande ponto positivo para a produção técnica do disco.

E se formos falar em participações, Brandão rouba a cena. Veigh e Teto também brilham, mas é Brandão quem adiciona aquele tempero extra. Matuê poderia ter explorado ainda mais esse lado colaborativo, talvez até abrindo espaço para mais vozes diferentes. Afinal, se a ideia era soar mais experimental, por que não arriscar ainda mais?

No final, “333” é um álbum sólido, que certamente manterá Matuê no topo das paradas, mas fica aquele gostinho de que ele poderia ter ousado mais. Ele mostrou que não está apenas no jogo pela fama ou pelos números — há alma aqui, com certeza. Porém, em um cenário onde se espera que os artistas quebrem barreiras, Matuê apenas empurrou algumas com suavidade.

O saldo? Um trabalho consistente e de qualidade, mas que não reinventa a roda do trap brasileiro.

Nota final: 75/100

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Temas: 333CríticaMatuêResenhaReview

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