DAY retrata drama da geração em seu novo álbum “Bem-vindo ao Clube”

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“É sobre uma jovem sonhadora que é testada pela realidade ao seu redor e pelas suas autossabotagens. É sobre se frustrar, mas também sobre se manter em pé”, é assim que DAY apresenta seu mais novo álbum, “Bem-vindo ao Clube”. Com 12 faixas, sendo uma delas uma parceria com Lucas Silveira, vocalista da banda Fresno, o novo projeto da cantora chega a todos os aplicativos de música no dia 29 de julho.

Encabeçado pelo single “Clube dos Sonhos Frustrados”- composição de Day, Tiê Castro e Los Brasileiros – que além do áudio também apresenta clipe, “Bem-Vindo ao Clube” acompanha a jornada de alguém – que poderia ser eu ou você – tentando entender os movimentos de altos e baixos, de amores e desamores, de começos e finais; da vida como ela é. Todas as 12 faixas trazem histórias vividas pela cantora antes e depois de se assumir LGBT, além dos novos sentimentos trazidos pela pandemia, sonhos e frustrações de diferentes momentos de sua vida.

Além de “Clube dos Sonhos Frustrados” que inspirou todo o álbum e inclusive seu nome, outra canção que promete se destacar é “Isso não é Amor” com Lucas Silveira, única parceria do projeto.

Celebrando a parceria com a artista, a Vans orgulhosamente apoia o lançamento do novo álbum e do clipe do single “Clube dos Sonhos Frustrados”, assim como homenageia um dos seus principais pilares de marca, mantendo o seu compromisso de apoiar e incentivar a expressão criativa através da música, arte, cultura de rua e é claro, os esportes de ação. Além do protagonismo sinérgico entre DAY e Vans, outra estrela da trama e que reforça ainda mais a união é estampa clássica e atemporal eternizada pela Vans, o icônico padrão quadriculado batizado de “Checkerboard”. Delineada sob o olhar criativo da Caos Media Group, a parceria é uma colaboração entre múltiplas engrenagens, com direção de videoclipe assinada por Malu Alves e produção executiva de Vanessa Guedes.

“Acho que talvez o álbum esteja um pouco mais pessimista do que eu gostaria, até porque, foi um álbum produzido em meio a uma pandemia sobre momentos caóticos que já passei em minha vida. Revivi antigas e vivi novas frustrações durante o processo e isso tornou tudo MUITO mais intenso. O álbum é tudo que eu precisava botar pra fora, basicamente. Me expresso dessa forma para poder inspirar outras pessoas a se expressarem também. Agora, com tudo pronto, mais do que nunca eu só quero me conectar com o público. Pesquisas mostram que jovens brasileiros de 15 a 29 anos – maior parte dos meus fãs – se encontram mais tristes, pobres e preocupados, então espero que ouvindo essas músicas se sintam inspirados, amados, compreendidos, e que não se sintam sozinhos”, explica Day.

As novas sonoridades também traduzem esses sentimentos controversos presentes nas canções. Com referências do POP, POP Punk, Punk Rock, Rock, Emocore, Trap e Rap, o álbum cria quase que um estilo musical próprio, se aproximando do que pode ser chamado de “POP Emo”.

“Tudo que as pessoas viram e ouviram de mim faz parte da minha verdadeira essência. Me redescubro todos os dias. Isso é o que tenho dentro de mim hoje, o que quero hoje, o que sinto que preciso fazer hoje. Tenho dificuldade de me aprisionar e de me limitar em qualquer sentido da vida, e musicalmente não seria diferente. Hoje, me vejo como infinitas possibilidades e quero poder me sentir livre pra viver testando cada uma delas sempre quando quiser”, completa a cantora.

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