Em seu primeiro livro, Gabriela Prioli oferece uma introdução acessível sobre como funciona a política e como debatê-la de forma racional e sem achismos

Dia 13 de agosto, chega às livrarias o primeiro livro da advogada e apresentadora Gabriela Prioli, “Política é para todos”. O que é uma democracia e para que serve uma constituição? Quais são as atribuições de cada uma das três esferas de poder e como garantir que elas se mantenham em harmonia? Como funcionam as eleições e qual a importância das fake news nesse cenário?

Em “Política é para todos”, Prioli responde a essas e outras questões imprescindíveis para a compreensão do funcionamento da política — sobretudo a brasileira —, mas que muitas pessoas têm receio ou vergonha de perguntar. Com a linguagem descomplicada que fez dela uma das personalidades mais populares do país, a autora mostra como cada um de nós pode se engajar para construir a sociedade que queremos, debatendo os assuntos relevantes com opiniões próprias e argumentos racionais.

Gabriela Prioli tornou-se um fenômeno das redes sociais ao comentar os principais assuntos do noticiário brasileiro de forma didática e acessível, sempre valorizando o debate respeitoso e embasado por uma argumentação racional. Em seu primeiro livro, Prioli não perde de vista esses princípios e oferece uma introdução ao universo da política, incentivando os leitores a conhecerem mais sobre um assunto cada vez mais presente em nosso dia a dia — e explica conceitos e ideias que podem parecer complicados à primeira vista.

Entre outros temas, o livro detalha como funciona uma República Federativa, as diferenças entre autoritarismo e democracia, as atribuições de cada um dos três poderes, o funcionamento geral das eleições e qual deve ser o papel dos cidadãos em meio a todas essas engrenagens.

Para a autora, política se faz no dia a dia e por todos nós — não só na hora de votar —, daí a importância de fomentarmos diálogos construtivos e de qualidade, sobretudo em tempos de polarização. Nesse sentido, usar a razão não significa abandonar os sonhos que almejamos para a nossa sociedade. Ao contrário, é justamente munidos de fatos e opiniões bem fundamentadas que conseguiremos construir o mundo que queremos.

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