Emocionante: Lagum homenageia Tio Wilson em novo clipe

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A bateria é o instrumento que dita o ritmo da música e, nos últimos quatro anos, Breno Braga, o Tio Wilson (1985 – 2020), foi o responsável por fazer o som da banda Lagum pulsar. Ao lado de Pedro Calais (voz), Jorge (guitarra), Otávio Cardoso (guitarra) e Chicão Jardim (baixo), o baterista produziu e lançou 25 canções e, antes de partir, deixou mais um bocado delas gravadas para o próximo disco da banda mineira. Agora, o grupo faz uma homenagem em memória do ex-integrante. Trata-se de “Ninguém Me Ensinou”, que, da nova safra, era a favorita de Tio Wilson. Além de já estar disponível nos aplicativos de streaming, o tributo se estende em formato audiovisual. O videoclipe pode ser conferido no canal de YouTube da Lagum.

“Ninguém Me Ensinou” traz guitarras e bateria bastante presentes, com uma pegada mais rock and roll. Era justamente isso que atraía Tio Wilson na faixa. “O Tio realizou muitos dos seus sonhos ao nosso lado. E a gente também só realizou os nossos sonhos quando ele chegou na banda”, diz o vocalista Pedro Calais – em referência à letra da canção, que celebra a vida e a juventude, mas também sugere uma reflexão sobre os sonhos. “Ele era um cara que trazia essa palavra de gratidão, de sermos gratos a tudo que temos”, recorda-se o artista.

O videoclipe de “Ninguém Me Ensinou” evidencia o jeitão bem humorado e sociável de Tio Wilson. Além dos quatro integrantes da Lagum, aparecem em cena os amigos e os familiares do baterista, como a companheira, o irmão, a cunhada, os sobrinhos, os primos e também os seus pais. “O Tio tinha uma personalidade agregadora e sempre foi muito atencioso com as pessoas, independente do cargo delas. Isso é algo que vamos levar para sempre com a gente”, conta Otávio Cardoso, mais conhecido como Zani. “Ele entregava muito amor e carinho sem pedir nada em troca”, complementa Chico Jardim.

“O Tio sempre falava que gostava muito dessa música, da energia e desse lado rock’n’roll que a Lagum também carrega. Vamos manter isso vivo e, como ele dizia, ‘tocar ela com sangue no olho'”, completa Jorge.

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