“Tudo que consigo pensar agora é voltar ao palco, lançar o álbum número 3 e viajar por todo o mundo”, conta Gavin James em entrevista ao Caderno Pop

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Estabelecendo temas eternamente relevantes para melodias clássicas com um ouvido para a produção modernista, a autenticidade despretensiosa do irlandês Gavin James e a habilidade musical foram a chave para ele desbloquear 1,5 bilhão de streams, 6 milhões de ouvintes mensais no Spotify e 32 discos internacionais de Platina ou de Ouro. Seus mais de um milhão de seguidores nas redes sociais são igualmente engajados por um artista simplesmente sendo quem ele é. Recentemente, ele lançou o single “Sober” e conversou com o Caderno Pop sobre as lembranças do Brasil (caipirinha e Copacabana estão entre os assuntos), vontade de fazer uma turnê mundial e muito mais. “Depois de toda essa pandemia, tudo que consigo pensar agora é voltar ao palco, lançar o álbum número 3 e viajar por todo o mundo”, destaca.

Se você ainda não descobriu Gavin, seu novo single “Sober” é a introdução perfeita. É uma expressão em escala de estádio do tipo de tristeza que você normalmente manteria em segredo: a experiência sempre relevante do jovem adulto de se perguntar se um amor é alimentado por intoxicação, ou se há algo mais substancial para se agarrar.

Aqui no Brasil Gavin é muito conhecido pela música “Always”, tema da novela “Espelhos da Vida”. Em 2019 ele gravou uma participação na novela e fez um show em São Paulo. Mas antes disso, em 2017, ele também já tinha participado de uma gravação de novela, a “Pega Pega”, que também tinha uma música no folhetim, “Nervous”. O contato com o Brasil já é de longa data. O irlandês chegou a gravar com Alok a faixa “Innocent”, em 2018 e está prestes a completar 10 anos de carreira. Confira a entrevista:

O Brasil é um país que sempre foi muito influenciado por trilhas sonoras de novelas e você ficou nacionalmente conhecido por causa de uma delas, com a música “Always”, chegando até a gravar uma participação. Esse foi o seu primeiro contato com a audiência brasileiro?
Eu já tinha estado no Brasil uma vez antes e desde que estive lá pela primeira vez, sempre quis voltar. As pessoas, a comida, as caipirinhas! É um país tão lindo!

Aproveitando a primeira pergunta, você já esteve algumas vezes no Brasil, sempre com sucesso de audiência nos concertos. Na Europa as coisas já estão ficando melhores, com apresentações de vários artistas agendadas. Você já está preparando seu retorno aos palcos?
Estou morrendo de vontade de voltar ao Brasil e espero que o ano que vem seja o ano! No momento, espero fazer muitos shows no próximo ano na Europa. Se eu não puder fazer um show no Brasil, vou voar de qualquer maneira e cantar andando por Copacabana.

Agora vamos falar sobre “Sober”, seu mais recente single. Na música você fala sobre a pessoa que deixa de te amar quando está sóbria. Muitas das composições vêm de experiências pessoais? A propósito, qual é o melhor momento para compor? Sóbrio ou apreciando um drinque?
Todo mundo fica um pouco mais emocional e honesto depois de alguns drinques então às vezes ajuda, mas geralmente escrevo logo de manhã antes de tomar um café. Acho que o cansaço me faz não pensar demais no que estou fazendo e acabo cometendo erros felizes.

Você está prestes a completar 10 anos de carreira, mas a música já te acompanhava há um tempo. Pretende fazer algo para comemorar esse número? Uma turnê mundial, novo álbum, participações…?
Depois de toda essa pandemia, tudo que consigo pensar agora é voltar ao palco, lançar o álbum número 3 e viajar por todo o mundo. Brasil está no topo da minha lista.

E se ainda não conhece, curta agora o novo hit “Sober”:

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